Medida de luta por salários dignos começou nesta segunda-feira (3); Ergos, empresa responsável pelo setor de saúde da refinaria mantém funcionários com salários abaixo do piso

Trabalhadores e trabalhadoras do setor de saúde da Refinaria de Paulínia iniciaram um movimento grevista a partir desta segunda-feira (3). A medida, que conta com o apoio do Sindipetro Unificado, tem como objetivo avançar na garantia de salários dignos e denuncia a atitude da empresa Ergo– Fisioterapia e Saúde Ocupacional LTDA, empresa que presta serviço na área de Saúde na maior refinaria da Petrobrás e do país, a Replan (Refinaria de Paulínia).
Segundo relatos recebidos pelo sindicato, a empresa, mesmo com contrato de quase 24 milhões com a Petrobrás, mantém trabalhadores abaixo do piso salarial e não realiza os reajustes anuais – nem mesmo para repor a inflação. Os relatos e denúncias estão explicados na matéria produzida pelo jornalista Guilherme Weimann, do Sindipetro Unificado, que pode ser lida no seguinte link.
Diretores do Sindipetro Unificado estiveram presentes na manhã desta segunda-feira (3) demonstrando apoio à greve, e continuarão acompanhando o movimento nos próximos dias.
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