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Diretoria da Petros aprova parcelamento para quem ficou sem pagar PED-2015 por decisão judicial

Reprodução do Portal Petros

Cerca de 43 mil participantes ficaram sem pagar o PED-2015 durante algum período em função de decisões judiciais. O montante que deixou de ser arrecadado para o plano por causa das liminares será cobrado, corrigido pela meta atuarial. E, para minimizar o impacto da cobrança, os participantes que não pagaram o PED-2015 por decisão liminar poderão escolher como quitar o valor em aberto: parcelamento pelo período correspondente à expectativa de vida, parcelamento pelo tempo em que ficou sem fazer a contribuição extra multiplicado por até dez vezes ou à vista. O início da cobrança está previsto para ocorrer logo após a implantação do Novo PED e a cobrança das parcelas devidas deve começar em maio.

A opção padrão será pela expectativa de vida, que é o prazo máximo permitido para o parcelamento. Assim, quem não se manifestar sobre a forma de pagamento terá a dívida automaticamente parcelada pelo número de meses calculado pela Petros como expectativa de vida do participante.

O parcelamento terá prestações fixas com valor mínimo de R$ 50 mensais e incluirá um valor que vai para um fundo de quitação por morte. O fundo funciona como um seguro, para garantir que não haja prejuízo para o plano nem para os participantes que pagaram o PED-2015 sem interrupções.

O objetivo do parcelamento é permitir que quem deixou de pagar possa escolher como prefere fazer, reduzindo o impacto deste custo sobre seu orçamento mensal. Também possibilita que todos os que não pagaram ajustem suas contas com o plano, além de não prejudicar quem sempre pagou o PED-2015.