Unificado realiza atos nas bases para dialogar sobre pauta reivindicatória para o ACT

Com atos na Recap, Replan e no Terminal de São Caetano, sindicato dialogou sobre a pauta reivindicatória para o ATC, que será entregue a Petrobrás nesta sexta-feira (11/08)

Ato nas bases teve como objetivo dialogar sobre a pauta reivindicatória (Foto: Divulgação)

Nesta sexta-feira, 11 de agosto, com motivo da entrega da pauta reivindicatória para o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), que a FUP apresenta à Petrobrás no fim da tarde, os sindicatos filiados realizaram atos nas suas bases para dialogar sobre os principais pontos da pauta e o cenário da negociação coletiva. O Sindipetro Unificado não foi a exceção. Trabalhadores e trabalhadoras participaram de atos na Refinaria de Capuava (Recap), na Refinaria de Paulínia (Replan), e no Terminal de São Caetano.

O diretor do Sindipetro Unificado, Juliano Deptula, afirmou: “Debatemos sobre o XIX CONFUP, que consolidou a pauta do ACT, que será entregue hoje para a empresa, e conversamos sobre o cenário futuro da negociação”. Nesse sentido, Deptula apontou: “O cenário nos mostra avanços no diálogo e no acordo, algo que tinha sido perdido nos governos anteriores, porém, sabemos que não será uma campanha fácil, a história da categoria e da classe trabalhadora nos mostra que a conquista de direitos nas mesas de negociação precisa de muita organização e luta de nossa parte”.

A pauta será protocolada na sede da empresa, no Rio de Janeiro, às 17h. O XIX Confup aprovou a reposição da inflação dos últimos 12 meses pelo IPCA, recomposição das perdas salariais dos últimos anos e ganho real de 3%, além da recomposição dos direitos que foram retirados a partir de 2016, ampliação das conquistas e humanização das relações de trabalho.

Em nota, a FUP expressou: “A expectativa das petroleiras e dos petroleiros em relação à reconstrução do ACT é grande. E não poderia ser diferente, após o agressivo processo de desmonte herdado dos governos Temer e Bolsonaro, que resultou em privatizações e fechamento de unidades, em perdas de direitos, práticas antissindicais, expulsão dos trabalhadores de seus estados, ataques à Petros e à AMS, assédios, adoecimentos, suicídios e tantas outras violências que a categoria sofreu”.

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