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Mobilizações e seminário nacional apontam o caminho da GREVE

Na segunda-feira, 29, a Diretoria Executiva do Unificado se reuniu para avaliar a postura da Petrobrás na mesa de negociação e estabelecer um calendário de mobilizações para preparar a categoria para a grande batalha do Acordo Coletivo. No dia seguinte, a direção sindical começou a realizar atos nas unidades e a recepção foi das melhores possíveis.

Na terça, 30, ocorreram atos nos terminais da Transpetro de São Caetano do Sul e Guarulhos, na quarta, no Terminal de Barueri, no dia 1 de agosto, as mobilizações aconteceram em Guararema e na UTE Fernando Gasparian. A semana terminou com atos no novo prédio do Coworking e no Edisp 2.

Durante esta semana ainda estão previstas atividades no Osbra.

Esses atos seguem um cronograma nacional definido pela FUP e FNP. “Neste momento, estamos todos juntos em defesa da Petrobrás pública e de nossos direitos”, enfatizou o coordenador do Unificado, Juliano Deptula, durante mobilização ocorrida no dia 31, na Refinaria Presidente Bernardes (RPBC), em Cubatão, base da FNP. Por mais de duas horas, cerca de 1.000 trabalhadores, próprios e terceiros, permaneceram em frente à portaria dialogando com as direções sindicais sobre o atual cenário da campanha salarial.

Nacionalmente, a semana será dedicada a mobilizações no maior número de unidades possível. Diretores do Unificado participaram de atos em vários estados, como no ato ocorrido na Refinaria Abreu e Lima. Em todos os cantos do país, petroleiros e petroleiras estão dizendo NÃO à privatização e pressionando para manter as conquistas do Acordo Coletivo.

Juliano Deptula durante ato na RPBC

Seminário de greve

Nesta semana, nos dias 6 e 7, acontece no Rio de Janeiro, o Seminário Nacional de Qualificação de greve, envolvendo todos os sindicatos da FUP. “A atual direção da companhia e o governo Bolsonaro estão promovendo os maiores ataques à empresa e aos direitos trabalhistas da história da Petrobrás. Resistimos no passado e vamos resistir novamente, enquanto, todos os países produtores de petróleo protegem suas reservas e querem ter empresas nacionais fortes, o governo brasileiro entrega nossas reservas e destrói a maior companhia do país, não podemos e não vamos aceitar isso”, afirma a diretora do Unificado e da FUP, Cibele Vieira.