Festa de confraternização da Regional Campinas recebe cerca de mil pessoas

Os termômetros em Campinas marcavam 34 graus. Um dia ensolarado e de muito calor, perfeito para tomar um chopinho bem gelado junto com amigos e, de quebra, ouvindo um som legal.
Foi nesse clima caloroso que aconteceu sábado (15) a Festa de Fim de Ano da Regional Campinas, que reuniu cerca de 1 mil pessoas. A festança estava marcada para começar às 11h, mas uma hora antes já tinha convidado chegando no Sindicato. O evento se estendeu até o final da tarde, animada pelo quinteto feminino Mana Dinga.

Durante todo o dia, os convidados puderam comer e beber à vontade. O buffet era completo, com salada, guarnições, deliciosos espetinhos, costela assada, leitoa no rolete, frutas, picolés, batidinhas, refrigerante e, claro, o chopp geladíssimo para espantar o calor.

Para as crianças, como acontece todos os anos, foi montado um espaço de lazer exclusivo, com brinquedos infláveis e equipe de recreação. Não faltaram cachorro-quente, algodão doce, pipoca e Papai Noel. O bom velhinho passou pelo Sindicato e trouxe um saco cheio de bolas de presente, garantindo ainda mais alegria para a garotada.

“Nossa festa é o momento de confraternização da família petroleira e de celebrarmos mais um ano. 2018 foi bem difícil para a categoria e 2019 promete ser um ano ainda mais duro”, afirma o coordenador da Regional Campinas, Gustavo Marsaioli.


Mana Dinga entrelaça samba e mulher21

O grupo Mana Dinga, formado por cinco mulheres, foi um show à parte na festa de confraternização. Construído ao longo de encontros nas rodas de samba de Campinas, o quinteto faz forte referência ao empoderamento da mulher.

“Quando pensei em criar o grupo uma das principais questões que eu considerava era a de fortalecer o papel feminino na sociedade. Por isso, decidimos que faríamos um grupo só de mulheres”, conta Milena Machado, violonista e cantora.

O quinteto, que tem o samba e o feminino como entrelaçadores estéticos, apresentam um repertório de composições próprias e clássicos do samba, priorizando as sambistas que abriram caminhos na história da música brasileira, como Ivone Lara, Clementina de Jesus, Leci Brandão e Clara Nunes.

“Essas mulheres nos dão coragem e inspiração para compor, para abrir nosso universo feminino nas melodias e poesias, no jeito de tocar e cantar”, declaram as artistas do Mana Dinga.