Entidades convocam ato contra equacionamentos; Sindipetro Unificado enviará ônibus

Sedes de Mauá e Campinas terão transporte para petroleiros que desejam ir ao ato; participação é fundamental

Petroleiros realizarão novo ato no Rio de Janeiro contra os equacionamentos da Petros (Foto: FUP)

Com informações da FUP

No próximo dia 13 de março, a partir das 11h, em frente ao Edifício Senado (Edisen), no centro do Rio de Janeiro, a categoria petroleira e os participantes e assistidos da Petros se unem para o 3° Ato Unificado em Defesa dos Participantes da Petros, com o objetivo de pressionar a Petrobrás a pagar suas dívidas com o fundo de pensão e pelo fim dos equacionamentos.

O Sindipetro Unificado estará presente, com transporte saindo no dia 12/3, às 23h, tanto da Regional Campinas (SP) como também da regional de Mauá (SP). Para confirmar seu lugar, os petroleiros e petroleiras devem entrar em contato até o dia 11 de março, às 11h, através dos telefone (19) 3743-6144 – para os petroleiros que pretendem sair de Campinas,  e no telefone (11) 4514-3721 – para os petroleiros que sairão de Mauá.

A convocação é feita pelo Forum das entidades: Federação Única dos Petroleiros (FUP), Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Aquaviários e Aéreos, na Pesca e nos Portos (Conttmaf), a Federação Nacional das Associações de Aposentados, Pensionistas e Anistiados do Sistema Petrobrás e Petros (Fenaspe) e Associação dos Mantenedores e Beneficiários da Petros (Ambep).

O 3° ato em defesa dos participantes da Petros acontece num momento estratégico e requer adesão máxima das bases da categoria petroleira, porque atualmente está em curso um grupo de trabalho (GT) com a companhia para tratar de uma solução definitiva aos equacionamentos dos Planos Petros do Sistema Petrobrás (PPSPs), que há anos comprometem severamente os contracheques dos petroleiros aposentados e demais beneficiários.

A categoria reivindica ainda maior participação dos trabalhadores na gestão da Petros, sobretudo o direito de eleger diretores como ocorre em outros fundos privados de pensão e previdência, tomando por base o acordo realizado na 18ª vara do Rio de Janeiro, em 2007, que garante um diretor de seguridade e um diretor administrativo eleito pelos empregados.

Ao final de maio de 2023, cerca de 1,5 mil petroleiros e petroleiras realizaram um ato histórico em frente ao mesmo Edifício Senado para cobrar da Petrobrás o pagamento de suas dívidas com a Petros, ato que se repetiu também com grande repercussão em agosto do mesmo ano. A categoria aposta por mais e não desiste da luta, pois sabe que somente a participação massiva é capaz de pressionar para que a solução atenda a categoria!

 

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