Eleito, diretor do Sindipetro-SP representa petroleiros na CNQ

Com duração de quatro anos, o petroleiro Alexandre Castilho assume o mandato de Secretário-Geral da Confederação Nacional do Ramo Químico

O petroleiro Alexandre Castilho assume como Secretário-Geral da CNQ-CUT até 2025 (Foto: Arquivos Pessoais)

Por Andreza de Oliveira

Realizado no início de maio, o IX Congresso Nacional da Confederação Nacional do Ramo Químico (CNQ) da Central Única de Trabalhadores (CUT) elegeu nova diretoria para representar trabalhadores de 4 federações e 83 sindicatos filiados até 2025.

Dentre os representantes, o diretor do Sindicato Unificado dos Petroleiros do Estado de São Paulo (Sindipetro-SP), Alexandre Castilho ocupa agora a cadeira de Secretário-Geral da CNQ-CUT e será responsável pela organização e planejamento integrado das ações da entidade, visando o cumprimento das decisões e resoluções de diversas instâncias da Confederação.

“Temos como objetivo ajudar na luta e defesa dos trabalhadores e das trabalhadores e na proteção da soberania nacional do nosso país”, comentou o petroleiro e novo Secretário-Geral da CNQ-CUT, Alexandre Castilho.

Também diretor do Sindipetro-SP, o petroleiro recém-aposentado Itamar Sanches havia ocupado a Secretaria Geral da CNQ pelos últimos dois mandatos e agradeceu ao companheirismo dos últimos anos, desejando sucesso para a nova direção eleita.

Para a direção das principais cadeiras da organização, além de Castilho, foram eleitos Geralcino Teixeira, dos Químicos e Plásticos de São Paulo, para a presidência; Aurélio Medeiros, da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do estado do Rio de Janeiro, para a vice-presidência; e Lucineide Varjão, ex-vice-presidente da CNQ, agora ocupará a Secretaria de Relações Internacionais.

Diversidade na chapa eleita

Buscando trazer uma maior representatividade de trabalhadores para a nova direção da CNQ-CUT, a organização da entidade agora é composta por 40% de mulheres e possui diretores em diversos estados do Brasil.

“Não atingimos ainda a paridade de gênero mas, com certeza, faremos uma atuação para que isso ocorra a partir do próximo mandato dentro da CNQ. É importante que a participação das mulheres seja sempre garantida e efetiva em todas as entidades de luta e defesa dos trabalhadores”, finalizou Castilho.

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