Em carta, petroleiro denuncia falta de transparência, de isonomia e de critérios na avaliação dos trabalhadores

Por Bronca do Peão*
No setor de Utilidades, somos cerca de 29 trabalhadores, mas apenas três ou quatro são contemplados anualmente pelo PCAC, em razão das regras da empresa e da verba disponibilizada. O tema, inclusive, está em discussão entre sindicato e empresa.
O problema não é somente a limitação da verba, mas a falta de transparência nos critérios utilizados pela gestão.
Nos últimos cinco anos, o reconhecimento teria se concentrado de forma recorrente em determinados profissionais, enquanto outros permanecem sem contemplação.
Enquanto isso, trabalhadores com experiência, qualificação, responsabilidades e desempenho relevantes seguem aguardando reconhecimento, inclusive profissionais do turno ficam sempre de fora.
Como falar em meritocracia sem critérios claros e transparentes?
Quais são os critérios? Como o desempenho é avaliado? Por que alguns são reconhecidos repetidamente enquanto outros permanecem sempre na fila?
Trabalhadores não querem privilégios. Querem transparência, isonomia e reconhecimento justo pelo trabalho realizado.
